Matemática

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domingo, 25 de agosto de 2013

OS 35 CAMELOS

Este problema é baseado em uma passagem do livro “O Homem que Calculava”, de Malba Tahan.

Nesta passagem, Beremiz – o homem que calculava – e seu colega de jornada encontraram três homens que discutiam acaloradamente ao pé de um lote de camelos.
Por entre pragas e impropérios gritavam, furiosos:
- Não pode ser!
- Isto é um roubo!
- Não aceito!
O inteligente Beremiz procurou informar-se do que se tratava.
- Somos irmão – esclareceu o mais velho – e recebemos como heranças esses 35 camelos. Segundo vontade de nosso pai devo receber a metade, o meu irmão Hamed uma terça parte e o mais moço, Harin, deve receber apenas a nona parte do lote de camelos. Contudo, não sabemos como realizar a partilha, visto que a mesma não é exata.
- É muito simples – falou o Homem que Calculava. Encarrego-me de realizar, com justiça, a divisão se me permitirem que junte aos 35 camelos da herança este belo animal, pertencente a meu amigo de jornada, que nos trouxe até aqui.
E, assim foi feito.
- Agora – disse Beremiz – de posse dos 36 camelos, farei a divisão justa e exata.
Voltando-se para o mais velho dos irmãos, assim falou:
- Deverias receber a metade de 35, ou seja, 17, 5. Receberás a metade de 36, portanto, 18. Nada tens a reclamar, pois é claro que saíste lucrando com esta divisão.
E, dirigindo-se ao segundo herdeiro, continuou:
- E tu, deverias receber um terço de 35, isto é, 11 e pouco. Vais receber um terço de 36, ou seja, 12. Não poderás protestar, pois tu também saíste com visível lucro na transação.
Por fim, disse ao mais novo:
- Tu, segundo a vontade de teu pai, deverias receber a nona parte de 35, isto é, 3 e tanto. Vais receber uma nona parte de 36, ou seja, 4. Teu lucro foi igualmente notável.
E, concluiu com segurança e serenidade:
- Pela vantajosa divisão realizada, couberam 18 camelos ao primeiro, 12 ao segundo, e 4 ao terceiro, o que dá um resultado (18+12+4) de 34 camelos. Dos 36 camelos, sobraram, portanto, dois. Um pertence a meu amigo de jornada. O outro, cabe por direito a mim, por ter resolvido, a contento de todos, o complicado problema da herança!
- Sois inteligente, ó Estrangeiro! – exclamou o mais velho dos irmãos. Aceitamos a vossa partilha na certeza de que foi feita com justiça e equidade!


A questão é: Qual a explicação matemática para a partilha realizada por Beremiz, de tal forma que além de conceder vantagens aos irmãos, ainda fez sobrar um camelo para si?


domingo, 4 de agosto de 2013

A história dos Três Porquinhos

O filho quer dormir e pede ao pai (engenheiro) para lhe contar uma história, o pai logo se prontificou e lhe contou a dos três porquinhos.
Meu Filho, era uma vez três porquinhos (P1, P2 e P3) e um Lobo Mau, por definição, LM, que os vivia atormentando. P1 era sabido, fazia Engenharia Mecatrônica e já era formado Engenheiro Civil e Tecnólogo Mecânico. P2 era arquiteto e vivia em fúteis devaneios estéticos absolutamente desprovidos de cálculos rigorosos. P3 fazia Comunicação e Expressão Visual.
LM, na Escala Oficial da ABNT, para medição da Maldade (EOMM) era Mau nível 8,75 (arredondando a partir da 3ª casa decimal para cima). LM também era um mega investidor imobiliário sem escrúpulos e cobiçava a propriedade que pertencia aos Pn (onde “n” é um número natural e varia entre 1 e 3), visto que o terreno era de boa conformidade geológica e configuração topográfica, localizado próximo a Granja Viana.
Mas nesse promissor perímetro P1 construiu uma casa de tijolos, sensata e logicamente planejada, toda protegida e com mecanismos automáticos. Já P2 montou uma casa de blocos articulados feitos de mogno que mais parecia um castelo lego tresloucado. Enquanto P3 planejou no Autocad e montou ele mesmo, com barbantes e isopor como fundamentos, uma cabana de palha com teto solar, e achava aquilo “o máximo”.
Um dia, LM foi ate a propriedade dos suínos e disse, encontrando P3:- “Uahahhahaha, corra, P3, porque vou gritar, e vou gritar e chamar o Conselho de Engenharia Civil para denunciar sua casa de palha projetada por um formando em Comunicação e Expressão Visual!” Ao que P3 correu para sua amada cabana, mas quando chegou lá os fiscais do Conselho já haviam posto tudo abaixo. Então P3 correu para a casa de P2.
Mas quando chegou lá, encontrou LM à porta, batendo com força e gritando:- “Abra essa porta, P2, ou vou gritar, gritar e gritar e chamar o Greenpeace, para denunciar que você usou madeira nobre de áreas não-reflorestadas e areia de praia para misturar no cimento.” Antes que P2 alcançasse a porta, esta foi posta abaixo por uma multidão ensandecida de ecos-chatos que invadiram o ambiente, vandalizaram tudo e ocuparam os destroços, pixando e entoando palavras de ordem. Ao que segue P3 e P2 correm para a casa de P1. Quando chegaram na casa de P1, este os recebe, e os dois caem ofegantes na sala de entrada.
P1: O que houve?
P2: LM, lobo mau por definição, nível 8.75, destruiu nossas casas e desapropriou os terrenos.
P3: Não temos para onde ir. E agora, que eu farei? Sou apenas um formando em Comunicação e Expressão Visual!
Tum-tum-tum-tum-tuuummm!!!! (isto é somente uma simulação de batidas à porta, meu filho! O som correto não é esse).
LM: P1, abra essa porta e assine este contrato de transferência de posse de imóvel, ou eu vou gritar e gritar e chamar os fiscais do Conselho de Engenharia em cima de você!!!, e se for preciso até aquele tal de Confea.
Como P1 não abria (apesar da insistência covarde do porco arquiteto e do… do… comunicador e expressivo visual) LM chamou os fiscais, e estes fizeram testes de robustez do projeto, inspeções sanitárias, projeções geomorfológicas, exames de agentes físico-estressores, cálculos com muitas integrais, matrizes, e geometria analítica avançada, e nada acharam de errado. Então LM gritou e gritou pela segunda vez, e veio o Greenpeace, mas todo o projeto e implementação da casa de P1 era ecologicamente correto.
Cansado e esbaforido, o vilão lupino resolveu agir de forma irracional (porém super-comum nos contos de fada): ele pessoalmente escalou a casa de P1 pela parede, subiu ate a chaminé e resolveu entrar por esta, para invadir. Mas quando ele pulou para dentro da chaminé, um dispositivo mecatrônico instalado por P1 captou sua presença por um sensor térmico e ativou uma catapulta que impulsionou com uma força de 33.300 N (Newtons) LM para cima.
Este subiu aos céus, numa trajetória parabólica estreita, alcançando o ápice, aonde sua velocidade chegou a zero, a 200 metros do chão. Agora, meu filho, antes que você pegue num repousar gostoso e o papai te cubra com este edredom macio e quente, admitindo que a gravidade vale 9,8 m/s² e que um lobo adulto médio pese 60 kg, calcule:
a) o deslocamento no eixo “x”, tomando como referencial a chaminé.
b) a velocidade de queda de LM quando este tocou o chão e
c) o susto que o Lobo Mau tomou, num gráfico lógico que varia do 0
(repouso) ao 9 (ataque histérico).
Resposta:
a) Sendo X o deslocamento horizontal, e a catapulta o tendo arremessado verticalmente para cima, a soma dos vetores demonstra que X=0. O advento de uma força externa, como o vento lateral poderia influir nesse valor, mas tais condições não foram abordadas no caso.
b) Para essa solução, usaremos: s = s0 + v0 * t+ 1/2 * a * t2
v = v0 + a * t. A altura declarada atingida é de 200m e nesse ponto temos v = 0m/s. Para os cálculos de velocidades, a massa não é necessária, como todos sabemos. Dado g=9,8 m/s2; | 200 = 0 + v0 + 1/2 * 9,8 * t2; | 0 = v0 + 9,8 * t
Resolvendo esse sistema com duas equações e duas variáveis, temos: t= 21,4s e v0 = 210m/s
c) O LM chega ao pico na escala de susto após perceber que foi projetado para cima. Quando a velocidade vetorial reduz, o LM tem a sensação de alívio, pois não está mais subindo. Após parar (instante t1), o início da queda o remete novamente à situação máxima de susto. O índice de susto cai abruptamente a 0 assim que ele toca o solo, virando PLM (pasta de lobo mal).

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Plano de aula – Grupo 3 – Módulo 3 – MGME – Matemática – 15/06/2013

Plano de aula – Grupo 3 – Módulo 3 – MGME – Matemática – junho/2013
DIVISIBILIDADE
Objetivos 
- Saber mais sobre multiplicação e divisão. 
- Antecipar o resultado de certos cálculos e prever algumas características desses resultados. 

Conteúdos 
- Divisão. 
- divisibilidade. 

Ano 6º ano. 

Tempo estimado: 8 aulas 


Desenvolvimento 

1ª etapa 
A multiplicação com números de 2 algarismos (por exemplo 6 x 28) pode ser pensada com números de um dígito (2 x 3 x 4 x 7). Isso é interessante pois oferece a oportunidade de ler certas informações da escrita numérica que inicialmente não são evidentes. Apresente o exemplo citado para a turma e peça que, com base nele, escrevam as seguintes multiplicações usando apenas números de um algarismo: 
a) 4 x 15 = 
b) 36 x 24 = 
c) 25 x 18 = 
d) 12 x 21 = 
Analise com os alunos as informações obtidas e pergunte se é possível saber, sem fazer as contas, por quais números o produto da multiplicação é divisível. Por exemplo, se 36 x 24 = 4 x 9x 3 x 8, sabemos que o resultado será um número múltiplo de 4, 9, 3 e 8, os números eleitos para a decomposição ou de suas combinações possíveis – embora, não sejam os únicos. 

2ª etapa 
Para aprofundar o estudo, proponha que a garotada decida, sem fazer as contas, se as seguinte informações são verdadeiras: 
a) 35 x 24 tem o mesmo resultado que 4 x 5 x 3 x 7 x 2 
b) 18 x 15 tem o mesmo resultado que 7 x 2 x 9 x 5 
c) 5 x 5 x 9 x 2 tem o mesmo resultado que 15 x 30 
d) 3 x 7 x 2 x 14 tem o mesmo resultado que 21 x 28 
e) 12 x 36 tem o mesmo resultado que 27 x 16 
Se necessário, depois, é possível pedir que as crianças confirmem as respostas usando a calculadora.

3ª etapa 
Apresente para os alunos o seguinte problema: é possível resolver 24 x 36 usando as teclas da multiplicação (x), de igual (=), do 4 e do 6? E 24 x 37? Por quê? 
Neste caso, já não se trata apenas de decompor em fatores de um algarismo. É preciso ir além e determinar de antemão quais são esses fatores. Segundo Hector Ponce, pesquisador argentino de didática da Matemática , “pensar quais multiplicações compõem um número também permitem refletir sobre o funcionamento dos critérios de divisibilidade. Os critérios permitem saber, sem fazer a divisão, se um número é ou não divisível por outro. Isto é, se ao dividir um número A por outro B, o resto vai ou não ser zero. Acreditamos que os alunos devem saber isso, mas também e fundamentalmente, devem ter a oportunidade de se perguntar pelo seu funcionamento. Introduzir as crianças em um trabalho vinculado às justificativas dos critérios implica a partir da nossa perspectiva, convidá-los a percorrer um território particularmente fértil para explorar, argumentar, colocar em jogo conhecimentos de múltiplos e divisores, explicitar relações, pensar nas condições de validade de certa questão, etc.” 

4ª etapa 
Aprender critérios de divisibilidade é mais que decorar regras pré-estabelecidas e analisar se um determinado número compre ou não as condições esperadas. Por exemplo, ensinar que, para saber se um número é divisível por 4 basta verificar se os dois últimos algarismos são divisíveis por 4 ou se o número em questão termina em dois zeros, não é suficiente para que compreendam a regra. Dúvidas pertinentes como “por que só se termina com dois zeros é divisível por 4?”, “Por que também não é divisível por 4 números terminados com dois 5 (55)?”, “Por que só é divisível por 4 números terminados e não os iniciados por múltiplos de 4?”. 
Nas próximas etapas, os alunos são convidados a refletir sobre as regularidades e elaborar critérios de divisibilidade por 2, 5 e 4. Proponha que resolvam individualmente as questões a seguir. 
a) O número 426 é divisível por 2? 
b) Sem armar a conta ou usar a calculadora, responda se é possível dividir R$ 3.276,00 entre duas pessoas. Qual o valor que cada pessoa deverá receber, aproximadamente? Como resolveu esse problema? 
c) Faça os cálculos necessários, se desejar com a calculadora, para descobrir o valor que cada pessoa irá receber. O resultado obtido foi o mesmo que você afirmou mentalmente? 
d) Dê exemplos de outros números que você pode afirmar que são divisíveis por 2 sem fazer a conta.
e) Formule uma regra para divisão por 2. 
Discuta as respostas apresentadas pela turma e socialize os textos apresentados para a regra pedida na questão e. Por fim, proponha que os alunos, reunidos, formulem uma regra. É importante discutir com os estudantes que um número é divisível por outro quando o resto é zero. É esperado que a garotada conclua que todo número par é divisível por 2. 

5ª etapa 
Questione os estudantes se, um número que termina com zero, é divisível por 5. Pergunte se essa regra é válida para todos os números terminados em zero. Proponha que, em duplas, formulem uma regra que defina se um número é divisível por 5. É esperado que os alunos, tal como na etapa anterior, observem regularidades da tabuada e generalizem. Ao construírem e organizarem um repertório básico, os alunos podem observar algumas propriedades das operações, tais como a associatividade e a comutatividade da multiplicação. 

Avaliação e Recuperação 
Para analisar o que os alunos aprenderam, proponha uma ampliação do trabalho com regularidades, desta vez com o número 4. Desafie as crianças a realizar as seguintes atividades: 
Responda se os números abaixo são múltiplos de 4: 
a) 10, 20, 30, 40, 50, 60, 70, 80, 90 
b) 100, 200, 300, 400, 500, 600, 700, 800, 900 
Proponha que as crianças observem o que aconteceu. É esperado que observem que nem todos os números redondos de 2 algarismos são múltiplos de 4 (apenas 20, 40, 60 e 80). Porém, que todos os números redondos terminados em 00 são. Peça que elaborem uma regra, apoiando-se nas 3 primeiras etapas, em que precisavam recorrer à decomposição dos fatores em números de 1 algarismo, como 100 = 5 x 5 x 4. Retome que é possível pensar que os números terminados em 00 são múltiplos de 100 (por exemplo, 200 = 2 x 100, etc.). Então, todos os terminados em 00 são múltiplos de 4 (200 = 2 x 100 = 2 x 5 x 5 x 4).

 

O uso da narrativa em divisibilidade

De que vale ser um resolvedor de problemas de divisibilidade se isso não significará uma aprendizagem significativa para os alunos, mas apenas o mecanicismo e a repetição, onde números são simplesmente trocados em exercícios pré-resolvidos?
A competência para a resolução de exercícios de divisibilidade deve vir acompanhada da aquisição de outras habilidades e competências, como a leitura, a escrita, a interpretação do texto, o raciocínio lógico, entre outros...
Para isso, nada melhor que ensinar os alunos a resolverem exercícios começando por fazê-los interpretar o exercício em questão e, para isso, podemos pensar: como estimulá-los a ler e escrever?
Trabalhar com narrativa pode tornar possível esse estímulo para a leitura e escrita, bem como para a introdução de conceitos, uma vez que mostrará aos alunos um significado e sentido para o estudo daquele conteúdo, não como mais um problema a ser resolvido e repetido em uma lista de exercícios.
Acredito que não só a história da Matemática deve ser trabalhada nas aulas de Matemática, mas de vários ramos da ciência, até mesmo para que os alunos deixem de ter uma visão fragmentada do ensino.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Origem primitiva da matemática

Os matemáticos de hoje em dia se baseiam muito em demonstrações atuais, envolvendo a chamada “matemática pura” que só desenvolveu-se dando mais ênfase a ciência a partir do século XIX. Porém tudo antes desse grande século de proveito significativo a matemática aparecia com inúmeras concepções que poderíamos tratar como pré-requisitos mas que o homem analisaria e estudaria tudo de uma forma bem primitiva . Muitas definições matemáticas hoje utilizadas e adotadas de forma padrão, tiveram origem nos primeiros tempos da raça humana, como os princípios de contagem, a distinção de algarismos, formas , conjuntos e unidades.
O que podia-se perceber é que a própria observação da natureza nos conduzia  a identificar a diferença de quantidade entre elementos iguais, como por exemplo: uma única abelha e um enxame, a abelha representando a unicidade e o enxame um conjunto diferenciando o muito e o pouco. A nossa afirmação como atribuição do número como forma de representação se torna mais clara e direta quando o homem primitivo adota uma certa linguagem de sinais usando dedos dos pés e das mãos ou até mesmo alguns materiais concretos como pedras que auxiliavam nos métodos de contagem. Curiosamente acredita-se que em grupos de cinco em cinco elas se agrupavam, pelo fato do números de dedos nas mão serem cinco. Esse fato ocorria para as representações de números maiores não sendo possível a representação, somente a combinação que representaria os números pelos membros.
O desenvolvimento da comunicação e da fala pelo homem primitivo foi de grande auxilio para o desenvolvimento dopensamento abstrato da matemática, fazendo com que a linguagem da matemática concreta se aproximasse muito com o da matemática  abstrata. Assim como alguns rumores da história da matemática  conta que a forma de linguagem para números pares e ímpares teria sido a separação ou distinção  dentro de certas tribos como membros do sexo masculino e membros do feminino, representando um com número par e outro com número impar a fim de se estabelecer uma ordem.
Afirmar sobre conceitos e de fato as origens da matemática é um pouco complicado, pois as noções primitivas aparecem antes da escrita. Um importante fato  referindo a essas afirmações, seria onde teria surgido a geometria, pois não existem documentos nem provas de que como a “matemática em formas” teria surgido, acredita-se que a necessidade e a observação quanto a criações, mostram que possa ter sido no Egito, mas no entanto não podemos afirmar pois não a nada em que nos apoiar como provas a origem da geometria. A história da matemática esta só em documentos da época.
Bibliografia:
História da Matemática – Carl B Boyer
“Stone age mathematic” – Strik, D.

domingo, 9 de junho de 2013

357314 53GURO

357314 53GURO
3M D14 D3 V3R40, 3574V4 N4 PR414, 0853RV4ND0 DU45 CR14NC45 8R1NC4ND0 N4 4R314. 3L45 7R484LH4V4M MU170 C0N57RU1ND0 UM C4573L0 D3 4R314, C0M 70RR35, P4554R3L45 3 P4554G3NS 1N73RN45. QU4ND0 3574V4M QU453 4C484ND0, V310 UM4 0ND4 3 D357RU1U 7UD0, R3DU21ND0 0 C4573L0 4 UM M0N73 D3 4R314 3 35PUM4.
4CH31 QU3, D3P015 D3 74N70 35F0RC0 3 CU1D4D0, 45 CR14NC45 C41R14M N0 CH0R0.
C0RR3R4M P3L4 PR414, FUG1ND0 D4 4GU4, R1ND0 D3 M405 D4D45 3 C0M3C4R4M 4 C0N57RU1R 0U7R0 C4573L0.
C0MPR33ND1 QU3 H4V14 4PR3ND1D0 UM4 GR4ND3 L1C40; G4574M05 MU170 73MP0 D4 N0554 V1D4 C0N57RU1ND0 4LGUM4 C0154 3 M415 C3D0 0U M415 74RD3, UM4 0ND4 P0D3R4 V1R 3 D357RU1R 7UD0 0 QU3 L3V4M05 74N70 73MP0 P4R4 C0N57RU1R. M45 QU4ND0 1550 4C0N73C3R 50M3N73 4QU3L3 QU3 73M 45 M405 D3 4LGU3M P4R4 53GUR4R, 53R4 C4P42 D3 50RR1R! S0 0 QU3 P3RM4N3C3 3 4 4M124D3, 0 4M0R 3 C4R1NH0.
0 R3570 3 F3170 D3 4R314

ftp://ftp.unilins.edu.br/formigoni/utilitarios/O_Homem_que_Calculava.pdf

ftp://ftp.unilins.edu.br/formigoni/utilitarios/O_Homem_que_Calculava.pdf

http://www.matematicamuitofacil.com/

http://www.matematicamuitofacil.com/

http://www.youtube.com/results?search_query=khan+academy+em+portugues

http://www.youtube.com/results?search_query=khan+academy+em+portugues

https://pt.khanacademy.org/

https://pt.khanacademy.org/

http://www.mais.mat.br/wiki/P%C3%A1gina_principal

http://www.mais.mat.br/wiki/P%C3%A1gina_principal

http://rived.mec.gov.br/site_objeto_lis.php

http://rived.mec.gov.br/site_objeto_lis.php

http://m3.ime.unicamp.br/

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sábado, 8 de junho de 2013

Música: Aula de Matemática (Antônio Carlos Jobim)

http://wwwbrincandomat.blogspot.com.br/2009/05/blog-post.html

Por que estudar Matemática?

A principal razão para se estudar a matemática de nível avançado é que ela é interessante e prazerosa. As pessoas gostam de sua característica desafiadora, de sua clareza e do fato de que você pode saber se está certo ou não. A solução de um problema provoca uma excitação e uma satisfação. 
Você vai encontrar todos estes aspectos num curso de nível superior. Você também deve estar ciente da enorme importância da matemática e do modo como ela está avançando numa velocidade espetacular.

Matemática é sobre padrões e estruturas; ela é sobre análise lógica, dedução, cálculo dentro de padrões e estruturas. Quando os padrões são encontrados, frequentemente em muitas áreas diferentes da ciência e da tecnologia, a matemática destes padrões pode ser usada para explicar e controlar situações e acontecimentos naturais. A matemática tem uma influência persuasiva em nossas vidas cotidianas e contribuem para a riqueza do país.
A importância da matemática
O uso diário da aritmética e a apresentação de informações através de gráficos são lugares comuns no nosso dia a dia. Estes são os aspectos elementares da matemática. A matemática avançada é amplamente usada, mas frequentemente de um modo invisível e inesperado. A matemática dos códigos de correção de erros é aplicada a aparelhos de CD e a computadores. As fotos estonteantes de longínquos planetas enviadas pelo Voyager II não poderiam ter sua clareza e sua qualidade sem esta matemática. 
A jornada do Voyager aos planetas não poderia ter sido calculada sem a matemática das equações diferenciais. Sempre que se diz que avanços são feitos com supercomputadores, tem de se saber que é preciso ter uma teoria matemática que instrui o computador sobre o que deve ser feito, desse modo permitindo a ele que aplique sua capacidade de rapidez e exatidão.
O desenvolvimento dos computadores foi iniciado nos Estados Unidos pelos matemáticos e lógicos que continuam a dar importantes contribuições à teoria da ciência da computação. A próxima geração de softwares requer os métodos matemáticos mais recentes daquela que é chamada teoria das categorias, uma teoria de estruturas matemáticas que tem trazido novas perspectivas aos fundamentos da matemática e da lógica. As ciências físicas (química, física, oceanografia, astronomia) requerem matemática para o desenvolvimento de suas teorias.
Em ecologia, a matemática tem sido usada quando se estudam as leis da dinâmica populacional. A estatística fornece teoria e métodos para a análise de muitos tipos de dados. A estatística também é essencial em medicina para a análise de dados das causas de doenças e da utilidade de novas drogas. 
A viagem de avião não teria sido possível sem a matemática dos fluxos de ar e do controle de sistemas. Scanners de corpo é a expressão de matemática sutil, descoberta no Século 19, que torna possível a construção de uma imagem do interior do objeto a partir da informação de certo número de visualizações dele por meio de raios-X.
Assim, a matemática é frequentemente envolvida com as questões de vida e de morte. Estas aplicações têm sido desenvolvidas frequentemente a partir do estudo de ideias gerais por si mesmas: números, simetria, área e volume, taxa de variação, forma, dimensão, aleatoriedade e muitas outras.
A matemática faz contribuições especiais ao estudo destas ideias, a saber, os métodos de definições precisas; argumentos cuidadosos e rigorosos; representação de ideias por meio de vários métodos, incluindo símbolos e fórmulas, figuras e gráficos; métodos de cálculo; e a obtenção de soluções precisas de problemas claramente enunciados, ou afirmações claras dos limites do conhecimento. Estas características permitem à matemática fornecer um fundamento sólido a muitos aspectos da vida cotidiana, e oferecer uma compreensão das complexidades inerentes a situações aparentemente muito simples.
Por estas razões, matemáticas e cálculo têm sido associados desde os primeiros tempos. Nos tempos modernos, a necessidade de cálculos matemáticos muito rápidos em tempos de guerra, particularmente em balística e em decodificação, foi um forte estímulo para o desenvolvimento do computador eletrônico. 
A existência de computadores de alta velocidade agora ajuda os matemáticos a calcular e a visualizar situações como nunca antes. Estes cálculos também se desenvolveram do cálculo numérico ao cálculo simbólico e, atualmente, ao cálculo das próprias estruturas matemáticas. 
Este último é muito recente e parece estar levando a uma grande transformação. Estas capacidades mudam não a natureza da matemática, mas o poder do matemático, que aumenta talvez um milhão de vezes a possibilidade de compreender, de questionar e de explorar.
Existe também uma interação no sentido contrário. A noção de computação não teria adquirido sentido sem a Matemática, e foi a análise dos métodos matemáticos feita pelos matemáticos que levou à noção de computador programável.
De fato, dois matemáticos, Von Neumann nos Estados Unidos e Turing na Inglaterra são conhecidos como os pais dos computadores modernos. A análise da computação e as tentativas de torná-la tão confiável quanto possível, precisa de Matemática profunda, e esta necessidade está aumentando. 
Um computador, a menos que seja programado, é nada mais do que uma caixa de metal, vidro, silício, etc. A programação expressa algoritmos de uma forma adequada para o computador.
A Matemática é necessária como uma linguagem para a especificação, para a determinação do que é que deve ser feito, como e quando, e para a verificação de que os programas e os algoritmos funcionam corretamente. A Matemática é essencial para o uso correto dos computadores na maioria das aplicações e as necessidades matemáticas da computação têm originado muitas questões novas e excitantes.

Por que se deve ensinar matemática para as crianças?

Em alguns estudos feitos para se saber o porquê de ensinar matemática às crianças, foram pensadas algumas respostas para tal pergunta.
Algumas dessas repostas foram de funcionalidades práticas, porém era desejo de se chegar a algo mais profundo. Foi então que uma simples dedução respondeu a essa pergunta.
Ensinar matemática é necessário para que se possa introduzir aos alunos conceitos de raciocínio lógico, capacidade de abstrair, generalizar e principalmente desenvolver a independência do indivíduo no cotidiano.
Seguindo essa linha de raciocínio, outras questões surgem:
Será que os métodos de ensino são adequados a essa realidade?
Será que os alunos aprendem de fato esse saber de fundamental importância ou apenas decoram fórmulas e a tabuada?
O dever do educador é mostrar aos alunos a praticidade dessa tal matemática, mostrar-lhes que, em nossa sociedade capitalista e globalizada, tudo que se pode imaginar está ligado diretamente ou indiretamente a esta ciência.
Como exemplo, pode-se citar a Estatística, um dos ramos da matemática que diariamente aparece nos jornais impressos, na internet e na televisão.
A maioria das pessoas conhece esse conteúdo riquíssimo que nos ajuda a compreender o que está se passando em nosso país e no mundo.
O papel do professor/mediador nesse processo de construção de conhecimento é fazer com que os alunos estabeleçam vínculos entre a teoria estudada e essas situações cotidianas, as quais estão se tornando cada vez mais rotineiras.
Vale destacar que, atualmente, existem várias propostas para o ensino da matemática, porém, estudos indicam que a proposta mais eficiente é a proposta baseada na “Resolução de Problemas”.
Nesse tipo de proposta, visa-se a construção de conceitos matemáticos por meio de situações que estimulam a curiosidade e pelas experiências que deverão ser interpretadas, assim, busca-se explicar essa situação dentro de uma concepção matemática.
Existem outras propostas para o ensino da matemática. Como exemplo, pode-se destacar a modelagem, a etnomatemática, a história da matemática, os jogos e o uso de computadores.
Porém, o mais interessante e importante a se fazer é trabalhar essas práticas simultaneamente, mostrando aos alunos que elas se completam, quebrando, assim, o paradigma de uma matemática fragmentada.
Sabe-se que num ambiente escolar há algumas dificuldades em se desenvolver essas propostas matemáticas, mas vale a pena experimentar cada uma dessas propostas e buscar a que melhor se adéque à realidade.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Elisangela Aparecida Ribeiro de Assis

Um livro que eu nunca esqueci foi "A Senhora" (José de Alencar), no ensino fundamental, fazíamos prova oral e escrita, e além de tudo tínhamos que comprar os livros. Hoje em  dia, podemos dizer que nossas bibliotecas são "ricas". Devemos incentivar nossos alunos para a leitura, pois a leitura e escrita, são componentes fundamentais para qualquer disciplina.

ELAINE CRISTINA BARBOZA

Aprendi a gostar de ler com minha professora de Língua Portuguesa do ensino fundamental II, foi uma grande incentivadora, através de suas rodas de leitura. Já escrever, sempre tive bastante dificuldade, melhorei um pouco após o curso de Pedagogia, pois tinha que desenvolver atividades onde a escrita estava sempre presente.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Estudando por medo

Alfredinho sempre tirava notas baixas em matemática. Até que chega o fim do bimestre e ele entrega o boletim à sua mãe. Encantada, ela observa a nota dez em matemática. Sem se conter, ela pergunta:
- Filho, me diga o que fez você mudar deste jeito. Foram as freiras?
Alfredinho balança a cabeça negativamente.
- O que foi, então? — insiste a mãe — Foram os livros, a disciplina, a estrutura de ensino, o uniforme, os colegas? Me diz o que foi...
Ele olha para a mãe e diz:
Foi o medo, mãe. No primeiro dia, quando eu vi aquele cara pregado no sinal de mais, percebi que eles não estavam de brincadeira.

Jesus e a Matemática

Jesus está no Monte das Oliveiras ensinando, quando de repente se levanta e diz:
y = x² - 5x + 6.
Espantado, um de seus discípulos pergunta:
"O que é isso, Mestre?"
Ao que Jesus responde: "Calma, é apenas mais uma parábola...".

O Papa João Paulo II e o número 13

Muitas coincidências mostram a relação do número 13 com o Papa João Paulo II.
- Tornou-se papa aos 58 anos de vida (5+8=13)
- Seu pontificado durou 9301 dias (9+3+1=13)
- Sofreu um atentado no dia 13 de maio.
- Faleceu na 13ª semana do ano.
- Quando faleceu tinha 85 anos (8+5=13)
- Data de sua morte: 02/04/2005 (2+4+2+5=13)
- Hora de sua morte: 21h37min (2+1+3+7=13)
- Ele foi o 265º papa (2+6+5=13)

Papa matemático

Você sabia que já existiu um Papa matemático?
Gerbert, geômetra famoso, foi arcebispo de Ravena e subiu à Cátedra de São Pedro no ano 999. Considerado um dos mais sábios do seu tempo, chamou-se Papa Silvestre II. Foi o primeiro a vulgarizar no Ocidente latino o emprego dos algarismos arábicos.
Além da matemática, dedicou-se ao estudo da astronomia, física, bem como outras ciências, sob o domínio Muçulmano na Espanha. Faleceu em 1003.

O número cinco na vida

Existem diversas coleções que totalizam cinco elementos. Veja alguns exemplos:
  •  Cinco, os dedos da mão
  • Cinco, os dedos do pé
  • Cinco, os títulos mundias da seleção brasileira de futebol
  • Cinco, as pétalas de uma rosa
  •  Cinco, são os sentidos
  • Cinco, as vogais
  • Cinco, as pontas de uma estrela
  •  Cinco, os rios do Inferno
  • Cinco, as ordens nobres da arquitetura
  • Cinco, os mandamentos de Buda
  • Cinco, os capitães famosos da história
  • Cinco, as linhas da pauta musical
  • Cinco, as grandes eras geológicas
  • Cinco, os poliedros regulares convexos

Você sabe o que é um número capicua?


Um número é capicua quando lido da esquerda para a direita ou da direita para a esquerda representa sempre o mesmo valor, como por exemplo 77, 434, 6446, 82328. Para obter um número capicua a partir de outro, inverte-se a ordem dos algarismos e soma-se com o número dado, um número de vezes até que se encontre um número capicua, como por exemplo:
Partindo do número 84: 84+48=132;132+231=363, que é um número capicua.

terça-feira, 4 de junho de 2013

Revista Eureka

http://www.obm.org.br/opencms/revista_eureka/

Isabel Aparecida Mussato

depoimento: Quando pequena morava no sítio e nunca tive nenhum recurso voltado para a leitura, nem televisão tínhamos. Meus pais, com apenas certificado da 4º ano, nem davam atenção para isso.
        Portanto minha experiência se iniciou na 5ª série. Além de comprar os livros, era necessário ler, fazer um resumo da história (que para mim sempre foi muito difícil), para posteriormente fazer a Avaliação do livro. 
         Hoje faço leitura de revistas, informações pela internet e consigo ler em média de 2 a 3 livros por ano, principalmente nas férias.

        Cursei pedagogia em 2010 e a entrega dos trabalhos eram semanais. No início perdia noites de sono para conseguir escrever uma lauda de um determinado assunto. O curso durou  um ano e meio, mas nem assim consegui ficar "expert" no assunto, continuo apresentando dificuldade na escrita.

apresentação: Sou formada em Matemática (Fafica), Pedagogia (Uniube) e Pós - graduação em Psicopedagogia (Iesde). Leciono na E.E.João Gomieri Sobrinho, em Palmares Paulista desde 2005, escola esta que estudei desde criança; que meu filho cursou da 5ª Série do EF. à 3ª Série do EM. Sou professora de Matemática e Física - EM.  Adoro viajar, ir ao shopping, cinema, sair com os amigos e curtir minha família.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

MATEMÁTICA DA VIDA

Em nossa vida, como na matemática, devemos:
- Somar alegrias;
- Diminuir tristezas;
- Multiplicar felicidade;
- E dividir amor.
Nestas dimensões, certamente todos gostamos da matemática.

Somar alegrias
Quem vive sozinho, longe dos outros, sem compartilhar alegrias, sem permutar experiências, diminui sua própria alegria e não alcança a felicidade. Ficamos, às vezes, penalizados, vendo tanta gente que ainda não fez esta descoberta. Pessoas que se fecham sobre si mesmas, por medo ou egoísmo, palmilham caminhos errados. Quem teme perder sua alegria, repartindo-a com os outros, ainda não aprendeu a psicologia humana.
Diminuir tristezas
A vida tem dessas compensações gratificantes. Quando conseguimos minorar a tristeza, nós é que saímos lucrando. Uma das mais profundas satisfações reservada a um coração humano é restituir o entusiasmo, a coragem e o otimismo aos irmãos da caminhada.
Multiplicar felicidade
Na família, no trabalho, na comunidade, em qualquer lugar onde plantamos felicidade, nós a multiplicamos. Felicidade partilhada é felicidade pessoal multiplicada.
Dividir o amor
Em matemática, quando dividimos um número pelo outro, o resultado final é sempre menor. Nas dimensões do amor humano, acontece exatamente o contrário. Dividir o amor com os outros é multiplicá-lo, é aumentá-lo. Todo aquele que divide seu amor com alguém, descobre em seguida ter multiplicado seu amor.
Somar alegrias, diminuir tristezas, multiplicar felicidade, dividir o amor: é o mais lindo programa de vida que podemos abraçar. O ser humano é comunicativo por natureza. Não aguenta viver sozinho. O individualismo é o caminho mais certo da infelicidade, para a solidão. Somar alegrias, diminuir tristezas, multiplicar felicidade e dividir amor é a rota mais segura da Alegria de Viver. São estes os misteriosos caminhos da vida.

O GRÁFICO DO AMOR

Um dia, vivi um amor!
Gostoso, atencioso, caloroso...
A intensa necessidade de estar era notória,
Meu amor aumentava, e sua correspondência também...
Muito mais do que a minha, ...
As manhãs eram gostosas,
As tardes eram alegres, e
As noites? quentes...ah...
E o tempo passando...
Meu amor foi crescente...
Situado ao primeiro quadrante...
Sem defeitos, sem tristezas...
Tendia ao infinito por vontade...
Mas existe amor eterno?
Será que cresceria eternamente?
Existe um tempo, onde uma causa...
Imperdoável causa esta, que nos entristece..
Que leva ao tombo, ao fim, ou ao intervalo?
Esperança minha que seja um intervalo...
Mas que grande intervalo...
Retrógrado, para partir do mesmo ponto..
Para recomeçar com a mesma intensidade...
Mas o infinito existe, existe o para sempre?
Ou o infinito é um pensamento imaginário...
Desejoso e necessário ao coração, às emoções...
O crescer pode até não ser infinito,
Mas sonho com a tranqüilidade, com a bonança...
Com o equilíbrio das emoções...
Ainda sonho com o meu amor...
Quem sabe voltando para mim....

Biografia de PITÁGORAS

Pitágoras foi um importante matemático e filósofo grego. Nasceu no ano de 570 a .C na ilha de Samos, na região da Ásia Menor (Magna Grécia). Provavelmente, morreu em 497 ou 496 a.C em Metaponto (região sul da Itália). Embora sua biografia seja marcada por diversas lendas e fatos não comprovados pela História, temos dados e informações importantes sobre sua vida.
Com 18 anos de idade, Pitágoras já conhecia e dominava muitos conhecimentos matemáticos e filosóficos da época. Através de estudos astronômicos, afirmava que o planeta Terra era esférico e suspenso no Espaço (ideia pouco conhecida na época). Encontrou uma certa ordem no universo, observando que as estrelas, assim como a Terra, girava ao redor do Sol.
Recebeu muita influência científica e filosófica dos filósofos gregos Tales de Mileto, Anaximandro e Anaxímenes.
Enquanto visitava o Egito, impressionado com as pirâmides, desenvolveu o famoso Teorema de Pitágoras. De acordo com este teorema é possível calcular o lado de um triângulo retângulo, conhecendo os outros dois. Desta forma, ele conseguiu provar que a soma dos quadrados dos catetos é igual ao quadrado da hipotenusa.
Atribui-se também a ele o desenvolvimento da tábua de multiplicação, o sistema decimal e as proporções aritméticas. Sua influência nos estudos futuros da matemática foram enormes, pois foi um dos grandes construtores da base dos conhecimentos matemáticos, geométricos e filosóficos que temos atualmente.
Principais filósofos da Escola Pitagórica:
- Filolau de Crotona
- Temistocleia
Arquitas de Tarento
- Alcmeão de Crotona
- Melissa
Alguns pensamentos (frases) de Pitágoras:
- Não é livre quem não consegue ter domínio sobre si.
- Todas as coisas são números.
- Aquele que fala semeia; aquele que escuta recolhe. 
- Com ordem e com tempo encontra-se o segredo de fazer tudo e tudo fazer bem. 
- Educai as crianças e não será preciso punir os homens.
- A melhor maneira que o homem dispõe para se aperfeiçoar, é aproximar-se de Deus. 
- A Evolução é a Lei da Vida, o Número é a Lei do Universo, a Unidade é a Lei de Deus. 
- Ajuda teus semelhantes a levantar a carga, mas não a carregues.

HISTÓRIAS EM QUADRINHOS NO ENSINO DA MATEMÁTICA

http://didimabulla.blogspot.com.br/

domingo, 2 de junho de 2013

Malba Tahan - A partilha dos 35 camelos

http://www.youtube.com/watch?v=M4CvnsO5YD4

A mulher e a Matemática

De todas as ciências do nosso conhecimento,
É a matemática com certeza que alcança,
Com a mulher a mais perfeita semelhança.
Isto percebemos todo dia e a todo o momento!
Observem na matemática o seu elegante,
E sinuoso entrelaçar de valores e figuras,
Os belos e práticos algoritmos às mais puras,
Acepções de cada teorema sutil e atraente...
Cuja descoberta envolve tempo e paixão!
Tal qual na relação com a mulher amada...
Sempre nos trazendo surpresas ao coração!
Mas a semelhança dizem vozes abalizadas:
É que delas ninguém logra entender nada...
Tem regras, problemas e são complicadas!

O que é a Matemática?

  • A Humanidade vive atualmente em um mundo dominado  por tecnologias dos mais diversos tipos. O desenvolvimento de  tais tecnologias  decorreu  da  compreensão  e  do  domínio  que   o Homem adquiriu sobre os fenômenos do mundo físico e isso só foi  possível  porque  dispomos  de  um   poderoso   e   eficiente arsenal  matemático,   acumulado   ao   longo   de   mais   de   4 milênios.
  • A palavra MATEMÁTICA vem de uma raiz grega que significa “saber”  e  era  entendida  como  “aquilo  que  é  ensinado”.   Os pitagóricos  chamavam  de  “mathematikoi”  os  estudantes  que viviam permanentemente na Sociedade,  em  contraste  com  os “akousmatikoi”,  ou  seja,  os  ouvintes  externos.  Àquela  época (circa 500 a.C.),  a  Matemática  abrangia  4  áreas:   Aritmética, Geometria, Astronomia e Música.
  • A maneira mais simples de se “definir” a  Matemática  é  dizer que ela é o ESTUDO DAS  QUANTIDADES  E  DAS  FORMAS, com   isso   abrangendo   genericamente   a    Aritmética    e    a Geometria.
  • Entretanto, existem hoje catalogados cerca de 4.000 ramos  da Matemática, dentro dos quais publicam-se  anualmente  cerca  de 200.000 novos teoremas, o que faz com que aquela “definição”  e todas as demais  que  foram  propostas  não  consigam  abranger tudo o que os matemáticos consideram fazer parte de seu campo de atuação.
  • Diante  disso,  alguns  especialistas  propõem  que   a   própria Matemática seja considerada  um  conceito  primitivo,  indefinível, ou seja: A MATEMÁTICA É  AQUILO  QUE  OS  MATEMATICOS FAZEM.
  • A força com  que  a  Matemática  vem  permitindo  ao  Homem compreender e dominar (ainda que parcialmente) o mundo físico, suscitou há cerca  de  25  séculos  outra  pergunta  de  aparência bastante simples mas que  até  agora  permanece  sem  resposta conclusiva:
FAZEMOS OU DESCOBRIMOS A MATEMÁTICA?

sábado, 1 de junho de 2013

http://www.coordenacaopedagogica.com.br/file.php/1/PAS_2009/Livro_-_Malba_Tahan_-_O_homem_que_calculava_ilustrado_.pdf

http://www.coordenacaopedagogica.com.br/file.php/1/PAS_2009/Livro_-_Malba_Tahan_-_O_homem_que_calculava_ilustrado_.pdf

http://media.rededosaber.sp.gov.br/temp/SALTO_PARA_O_FUTURO_BLOCO_05.wmv

http://media.rededosaber.sp.gov.br/temp/SALTO_PARA_O_FUTURO_BLOCO_05.wmv

http://educacao.uol.com.br/noticias/2012/07/16/apenas-1-em-cada-4-brasileiros-domina-leitura-escrita-e-matematica.htm

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http://catracalivre.com.br/sp/

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http://nilsonjosemachado.net/mileuma.html

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RECADO DE FANTASMA

RECADO DE FANTASMA

      Tudo começou quando nos mudamos para aquela casa. Era um antigo sobrado, com uma grande varanda envidraçada e um jardim. Eu me sentia tão feliz em morar num lugar espaçoso, como aquele, que nem dei atenção aos comentários dos vizinhos, com quem fui fazendo amizade. Eles diziam que a casa era mal-assombrada. Alguns afirmavam ouvir alguém cantando por lá nas sextas-feiras.
            - Deve ser coisa de fantasma! – falavam.
            Se existe, nunca vi! – E então contava para eles que as casas antigas, como aquela, com revestimentos e assoalho de madeira, estalam por causa das mudanças de temperatura, isso é um fenômeno natural, conforme meu pai havia me explicado. Mas meus amigos não se convenciam facilmente. Apostavam que mais dias menos dias eu levaria o maior susto.
            Certa noite, três anos atrás, aconteceu algo impressionante. Meus pais haviam saído e eu fiquei em casa com minha irmã, Beth. Depois do jantar, fui para o quarto montar um quebra cabeça de 500 peças, desses bem difíceis.
            Faltava quinze para meia noite. Eu andava a procura de uma peça para terminar a metade do cenário quando senti um ar gelado bem perto de mim. As peças espalhadas pelo chão começaram a tremer. Vi, arrepiado, cinco delas flutuarem e depois se encaixarem bem no lugar certo. Fiquei tão assustado que nem consegui me mexer. Só quando tive a impressão de ouvir passos se afastando é que pude gritar e sais correndo escada abaixo. Minha irmã tentou me acalmar, dizendo que tudo não passava de imaginação, mas eu insisti e implorei que ela viesse até meu quarto comigo. Uma segunda surpresa me esperava: o quebra-cabeça estava montado, formando a imagem de uma casa com um lindo jardim bem florido. No entanto, meu jogo formava o cenário de uma guerra espacial, eu tinha certeza!
            No dia seguinte, fui até a biblioteca pesquisar o tema. Eu e Beth encontramos dúzias de livros que tratavam de fatos extraordinários e aparições. E uma das explicações para fatos assim, é que talvez o “fantasma” esteja no dando um recado.
            Hoje minha casa tem o jardim mais florido da rua. Centenas de lindas margaridas brancas florescem a maior parte do ano. O fantasma? Nunca mais vi. Decerto passeia feliz pelo jardim nas noites de lua cheia. 

MATEMÁTICA E CIDADANIA

MATEMÁTICA E CIDADANIA
   A cidadania é o cerne da formação pessoal. Iguais como cidadãos, somos diferentes como pessoas;  as implicações éticas desse fato são absolutamente cruciais.
   Nas séries iniciais, a Matemática e os Contos de Fadas lidam com simplificações necessárias ao enfrentamento da vida, reduzindo as opções ao Certo e ao Errado, ao Bem e ao Mal.
   Em todos os níveis, a Matemática é uma parceira da Língua Materna, no desenvolvimento das capacidades de expressão e compreensão, de argumentação e decisão, de contextuação e de imaginação.
   A Matemática não se justifica apenas pela utilidade prática, mas sobretudo pela importância na construção de significados, que não resultam de meras oposições binárias, como V ou F, mas a partir de um feixe de contraposições. O pensamento matemático é absolutamente fundamental para se lidar com tais feixes.
   A cidadania é a base para uma formação pessoal densa em valores: lidar com o par igualdade/diferença é o primeiro passo na construção de uma vida plena de significados. 

DESAFIOS NO ENSINO DE MATEMÁTICA

DESAFIOS NO ENSINO DE MATEMÁTICA
   Três grandes desafios são enfrentados pelo ensino de Matemática em todos os níveis.
   O primeiro é libertar-se das algemas do utilitarismo, apostando na riqueza das ideias matemáticas na formação pessoal. Tais ideias são sempre expressivas, fazem-nos sentir e compreender a realidade. Prenhes de significados, nem sempre têm relação direta com o prático-utilitário.
   O segundo é não fugir das abstrações, mas valorizá-las como condição de possibilidade do conhecimento. A realidade é tão importante quanto a ficção, e precisamos do concreto tanto quanto da imaginação que nos ajuda a transcendê-lo. A Matemática é um celeiro de abstrações fecundas, imprescindíveis para a construção do conhecimento.
   O terceiro é aproximar a Matemática e a Língua Materna. Como sistemas básicos complementares de ação sobre a realidade, a Matemática toma emprestada a oralidade da Língua Materna e oferece simbioticamente em troca as balizas norteadoras do par Verdadeiro/Falso.
   Como a Língua Materna, Matemática é cultura.

LER, ESCREVER

 LER, ESCREVER
    Em geral, aprendemos a ler antes de aprender a escrever e lemos um texto que não escrevemos. Apreciamos a expressão do outro antes de aprendermos a nos expressar por escrito. No antigo Egito, a leitura era ensinada a todos, mas a escrita era destinada apenas aos filhos das classes dominantes. Hoje, escrever e ler são competências complementares. Escrever é expressão de si; ler é compreensão do outro.
    As tecnologias amplificam as possibilidades da leitura e da escrita: é preciso saber explorá-las. Tal como a forma soneto, criada por Petrarca, no Renascimento, não eliminou os grandes poemas, recursos sintetizadores da escrita como emails, tweets etc são formas de expressão que favorecem a compreensão, quando a alma não é pequena.
    Uma atualização do significado da escrita deve situá-la como par complementar da leitura, na construção do modo dialógico de ser. Na perspectiva de Paulo Freire, o diálogo é constituinte do modo de ser do ser humano. Aprender a escrever é, então, aprender a ser.

LER, ESCREVER, CONTAR REVISITADOS

LER, ESCREVER, CONTAR REVISITADOS
    A tecnologia é onipresente e a escola tem incorporado cada vez mais seus recursos, mas as competências básicas que nela desenvolvemos ainda podem ser bem representadas pela tríade ler, escrever e contar, devidamente reinterpretada.
    Ler é mais do que compreender um texto, que é o primeiro outro que se põe diante de nós: é ler o mundo, compreender fenômenos de modo geral, sejam eles naturais, sociais, econômicos, históricos, geográficos etc.
    Escrever é mais do que redigir um texto com o próprio punho: é ser capaz de expressar-se em diferentes linguagens, buscando permanentemente a comunicação e o diálogo, o que nos torna efetivamente humanos
    Contar é mais do que enumerar ou fazer contas; é ser capaz de construir narrativas significativas: dos cases aos “causos”, elas constituem a arquitetura básica do conhecimento em todas as áreas.
    Como educador competente, Paulo Freire aponta, em sua obra, para tal ampliação de horizontes; em decorrência, seu pensamento permanece mais vivo do que nunca.

A Leitura e a Escrita

Nilson José Machado


Professor de Didática da Matemática da USP

A LEITURA, A ESCRITA, O LUXO

Ler, escrever e contar é o que deveria resultar dos estudos escolares, diziam nossos avós. No antigo Egito, a leitura era ensinada a todos, mas o ensino do cálculo não era generalizado e a escrita era destinada apenas aos filhos das classes dominantes. Em Roma, os escravos que conduziam tais crianças à escola eram chamados “pedagogos”. Em latim, paidòs é criança, e agogòs, condutor. Os pedagogos aprendiam a escrita para poder ajudar as crianças em seu aprendizado. Hoje, é incompreensível uma dissociação entre a leitura e a escrita. A expressão de si e a compreensão do outro são competências complementares. Ler é fundamental para seguir regras com consciência, mas a expressão pessoal é vital, e a escrita é essencial para isso. A oralidade esvanece, a escrita permanece. Animais comunicam-se oralmente; a peculiaridade do ser humano reside na escrita. É preciso ler e compreender o mundo, mas, na escola da vida, temos que assinar o livro de presença. Decididamente, a escrita não é um luxo.

Fábio Alex Cattâneo

Sou professor de Matemática na EE Prof. Mário Florence em Novo Horizonte/SP  DER Catanduva. Gosto muito de fazer cursos para o meu aperfeiçoamento. Estou no magistério desde agosto de 1989. Sou formado em Contabilidade, Ciências, Matemática, Pedagogia e Pós Graduado em Ensino da Matemática. Desde cedo comecei entrar em contato com os livros. Meus pais sempre tiveram o costume de ler bastante. Sempre tive muitos livros em minha casa. Depois entrei na escola e continuei em contato com os livros. Meus pais sempre procuraram comprar os livros para leitura que o professor indicava. Sempre li muito desde criança. Como li muito tenho muita facilidade na escrita. A leitura faz melhorar bastante o vocabulário. Sempre gostei de ler e escrever desde criança. Hoje em dia leio muito. Acabo de ler um livro e já começo outro.